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Desenvolvimento 23 dezembro 2025

Tipos de API: guia prático para escolher o modelo certo em integrações

Tipos de API: guia prático para escolher o modelo certo em integrações

Durante muito tempo, integrar sistemas significava criar conexões pontuais, muitas vezes frágeis, difíceis de manter e quase impossíveis de escalar. Com a consolidação das APIs como padrão de comunicação entre aplicações, esse cenário mudou. Integração passou a ser arquitetura.

 

Mas junto com essa maturidade veio uma dúvida recorrente: existem diferentes tipos de API, e escolher o tipo errado cobra um preço alto ao longo do tempo. Performance, governança, evolução do sistema e até a produtividade das squads são diretamente impactadas por essa decisão.

 

A seguir, você confere os principais tipos de API, como eles se organizam e quais critérios ajudam a escolher o modelo mais adequado para cada contexto de integração.

 

Mapa de conteúdo

 

O que é uma API e por que o “tipo” muda o resultado da integração

 

Uma API funciona como um contrato técnico entre sistemas e, ao mesmo tempo, como uma interface de uso contínuo. Ela define como dados são expostos, consumidos e evoluem ao longo do tempo. Por isso, decisões tomadas no desenho de uma API moldam a arquitetura da integração.

 

Quando se fala em tipo de API, o ponto central está na relação entre produtor e consumidor. Alguns tipos impõem contratos mais rígidos, exigindo coordenação constante entre times para qualquer mudança. Outros permitem maior independência, desde que haja governança clara sobre versionamento, uso e monitoramento. Essa escolha afeta diretamente a velocidade de evolução dos sistemas.

 

O tipo de API também determina o comportamento da integração sob carga. Modelos pensados para comunicação síncrona respondem bem a interações imediatas, mas podem gerar gargalos quando a latência aumenta ou o volume cresce. Já modelos assíncronos ou orientados a eventos lidam melhor com picos e desacoplamento, desde que a arquitetura esteja preparada para isso.

 

Governança entra como consequência direta do tipo escolhido. Controle de acesso, versionamento, documentação e observabilidade passam a fazer parte do contrato. Mas quando esses pontos não são considerados desde o início, surgem dependências implícitas que dificultam manutenção e modernização.

 

A capacidade de evolução fecha esse ciclo. APIs bem tipadas permitem substituir sistemas, ajustar fluxos e ampliar integrações sem rupturas frequentes. Já APIs mal definidas cristalizam decisões iniciais e tornam qualquer mudança um esforço de alto risco operacional.

 

Definir o tipo de API, portanto, é definir como a integração vai responder ao crescimento, à mudança e à pressão do uso real. É, na verdade, uma decisão de arquitetura, não de conveniência técnica.

 

Tipos de API por estilo arquitetural

 

Classificar APIs por estilo arquitetural ajuda a entender como sistemas se comunicam, como evoluem e quais limites técnicos surgem com o uso contínuo. Cada estilo resolve um conjunto específico de problemas e cria outros que precisam ser gerenciados conscientemente.

 

REST

REST organiza a comunicação em torno de recursos acessados por verbos HTTP bem definidos. Sua principal característica é a simplicidade operacional. APIs REST funcionam bem em ambientes distribuídos, são compatíveis com a infraestrutura web padrão e facilitam cache, balanceamento e observabilidade.

 

Esse estilo se adapta bem a cenários com múltiplos consumidores e requisitos claros de leitura e escrita. Em contrapartida, à medida que o domínio cresce, é comum ocorrer fragmentação de endpoints e aumento de dependências entre versões, exigindo disciplina em versionamento e documentação.

 

GraphQL

GraphQL introduz um modelo baseado em esquemas, no qual o consumidor define exatamente quais dados deseja receber. Isso reduz chamadas redundantes e payloads excessivos, especialmente em interfaces ricas ou aplicações com múltiplos dispositivos.

 

O custo aparece na governança. Como as consultas são definidas no consumo, surgem desafios em cache, controle de complexidade e rastreabilidade de uso. Sem limites claros, o backend passa a responder consultas imprevisíveis, com impacto direto em performance e custo.

 

gRPC

gRPC prioriza eficiência e contratos rígidos. Ele utiliza Protobuf para serialização, oferece suporte nativo a streaming e apresenta latência reduzida em comparação a APIs baseadas em JSON.

 

É comum em comunicação entre serviços internos, principalmente em arquiteturas distribuídas que demandam alto volume de chamadas. O contrato forte reduz ambiguidades, mas exige coordenação no versionamento e maior alinhamento entre times produtores e consumidores.

 

SOAP

SOAP segue presente em ambientes corporativos onde contratos formais, padronização rígida e requisitos regulatórios ainda são mandatórios. Seu uso está associado a XML, esquemas fortemente tipados e extensões voltadas a segurança e transações.

 

O desafio está em isolar o SOAP adequadamente. Quando exposto diretamente como base de integração moderna, tende a gerar acoplamento e dificultar evolução. Quando encapsulado e integrado a camadas mais recentes, pode conviver com arquiteturas modernas sem comprometer a modernização.

 

Tipos de API por exposição e propósito

 

Além do estilo arquitetural, APIs se diferenciam pela forma como são expostas e pelo papel que exercem dentro do ecossistema de sistemas. Essa classificação influencia diretamente governança, segurança e a maneira como a integração evolui ao longo do tempo.

 

APIs públicas, privadas e parceiras

APIs públicas são expostas para consumo externo e exigem controles rigorosos desde o início. Governança, autenticação, limitação de uso e monitoramento precisam estar integrados ao desenho da API. Sem isso, o risco de uso indevido e degradação de desempenho aumenta rapidamente.

 

APIs privadas atendem comunicação interna entre sistemas e squads. Embora não sejam expostas externamente, ainda exigem contratos claros, controle de acesso e versionamento previsível. A ausência desses elementos costuma gerar dependências informais difíceis de mapear.

 

APIs parceiras operam em um contexto intermediário. São consumidas por terceiros específicos, sob acordos definidos. Nesse cenário, segurança, controle de tráfego e regras de uso precisam ser ajustados ao perfil de cada parceiro, evitando tanto exposição excessiva quanto restrições desnecessárias.

 

Monetização, quando existe, surge como consequência de governança e previsibilidade, não como ponto de partida.

 

APIs internas como base de squads e plataformas

APIs internas organizam a comunicação entre domínios e sustentam a autonomia dos squads. Quando bem definidas, permitem reutilização de serviços, reduzem duplicidade de lógica e facilitam evolução independente dos sistemas.

 

Esse modelo exige padronização mínima de contratos, documentação acessível e observabilidade consistente. Sem esses elementos, a API interna perde função estrutural e passa a reproduzir acoplamento direto entre sistemas.

 

Em arquiteturas orientadas a plataforma, APIs internas deixam de ser apenas mecanismos de integração e passam a estruturar o fluxo de desenvolvimento.

 

APIs de produto

Em alguns contextos, a API é o próprio produto. Nesses casos, o foco se desloca da integração interna para a experiência de consumo. Versionamento previsível, estabilidade de contrato e definição clara de níveis de serviço tornam-se parte do valor entregue.

 

SLAs deixam de ser cláusulas formais e passam a influenciar adoção e confiança. Da mesma forma, a experiência de quem consome a API depende de documentação clara, exemplos funcionais e suporte a mudanças controladas.

 

Quando a API é o produto, decisões técnicas impactam diretamente operação, suporte e percepção de valor.

 

Tipos de API por padrão de comunicação

 

O padrão de comunicação define como os sistemas interagem no tempo. Ele influencia acoplamento temporal, tolerância a falhas, escalabilidade e complexidade operacional. Escolher entre comunicação síncrona, assíncrona ou orientada a fluxo é uma decisão estrutural.

 

APIs síncronas e assíncronas

APIs síncronas operam no modelo request/response. Um sistema faz a chamada e aguarda a resposta para seguir. Esse padrão é simples de entender e funciona bem em interações diretas, especialmente quando a resposta é necessária para a continuidade do processo.

 

O custo aparece quando a dependência temporal cresce. Falhas, lentidão ou indisponibilidade do serviço chamado impactam diretamente quem consome a API. Em ambientes com alto volume ou múltiplas dependências encadeadas, esse modelo tende a gerar gargalos difíceis de isolar.

 

APIs assíncronas operam de forma diferente. Eventos são emitidos, mensagens são publicadas e o processamento acontece de maneira desacoplada no tempo. Esse padrão reduz dependência direta entre sistemas, absorve picos de carga e melhora resiliência, desde que haja controle sobre entrega, ordenação e reprocessamento.

 

Arquiteturas maduras costumam combinar os dois modelos, usando comunicação síncrona onde há dependência direta e assíncrona onde desacoplamento e tolerância a falhas são prioritários.

 

Webhooks

Webhooks são uma forma específica de comunicação orientada a eventos. Em vez de o consumidor consultar periodicamente um sistema (polling), ele passa a receber notificações quando algo relevante acontece.

 

Esse modelo resolve bem integrações baseadas em mudança de estado, reduz tráfego desnecessário e simplifica fluxos reativos. No entanto, exige cuidados técnicos claros. É necessário tratar idempotência para evitar processamento duplicado, implementar tentativas de reenvio em caso de falha e garantir autenticação das chamadas recebidas.

 

Streaming APIs

Streaming APIs lidam com fluxo contínuo de dados. Em vez de chamadas pontuais, informações são produzidas, transmitidas e consumidas de forma constante. Esse padrão aparece com frequência em cenários de dados em tempo real, observabilidade e monitoramento operacional.

 

O uso de streaming exige atenção a retenção, ordenação, consumo incremental e escalabilidade dos consumidores. Diferente de APIs tradicionais, o desafio não está apenas em responder rapidamente, mas em manter consistência e controle ao longo do tempo.

 

Quando bem aplicado, o streaming sustenta análises contínuas e decisões baseadas em eventos em tempo próximo ao real.

 

Tipos de API por formato e protocolo

 

Formato de dados e protocolo de transporte influenciam desempenho, compatibilidade e custo operacional. Embora muitas escolhas pareçam padronizadas, elas ainda carregam implicações relevantes quando o volume cresce ou a arquitetura se torna mais distribuída.

 

JSON, XML e Protobuf

JSON é amplamente adotado pela simplicidade, legibilidade e compatibilidade com ferramentas e linguagens. Ele se adapta bem a APIs expostas externamente e facilita depuração e documentação. O custo aparece em payloads maiores e serialização menos eficiente quando comparado a formatos binários.

 

XML segue presente em integrações legadas e contextos que exigem esquemas rígidos e validação formal. Seu uso tende a aumentar o tamanho das mensagens e a complexidade de processamento, mas ainda atende ambientes onde contratos formais e compatibilidade são mandatórios.

 

Protobuf é um formato binário voltado a eficiência. Ele reduz tamanho de mensagens, melhora performance e exige definição clara de contratos. Em contrapartida, diminui legibilidade direta e aumenta dependência de ferramentas para inspeção e depuração. Por isso, aparece com mais frequência em comunicação interna e cenários de alto volume.

 

HTTP/1.1 e HTTP/2

HTTP/1.1 permanece amplamente utilizado e atende a grande parte dos casos de integração. Seu modelo é simples, previsível e bem suportado por infraestrutura existente.

 

HTTP/2 introduz multiplexação de requisições, melhor uso da conexão e redução de latência em cenários com múltiplas chamadas simultâneas. Ele tende a beneficiar aplicações com alto volume de interações em uma mesma sessão.

 

A adoção de HTTP/2 costuma ser mais relevante quando há necessidade de eficiência na comunicação entre serviços ou quando a latência acumulada passa a impactar a experiência ou a operação. Em outros casos, HTTP/1.1 segue suficiente, desde que bem configurado.

 

Como escolher entre os tipos de API

 

Escolher um tipo de API não é uma decisão isolada. Ela precisa considerar contexto técnico, operação diária e capacidade de evolução da organização. A mesma tecnologia pode funcionar bem em um cenário e gerar problemas em outro.

 

Alguns critérios ajudam a orientar essa escolha de forma mais objetiva.

 

Latência e volume de chamadas definem o limite operacional da integração. Chamadas frequentes e sensíveis a tempo tendem a exigir protocolos mais eficientes ou comunicação interna dedicada. Interações menos críticas permitem modelos mais flexíveis, com maior tolerância a atrasos.

 

O nível de acoplamento esperado entre sistemas também pesa. Quando produtor e consumidor evoluem em ritmos diferentes, contratos mais estáveis e bem versionados reduzem impacto de mudanças. Em contextos onde o desacoplamento temporal é relevante, padrões assíncronos se tornam mais adequados.

 

A forma de consumo influencia diretamente o desenho. APIs voltadas a frontend lidam com variação de dispositivos, payloads específicos e necessidades de flexibilidade. APIs voltadas a backend priorizam previsibilidade, eficiência e contratos claros entre serviços.

 

Governança entra como fator estruturante. Versionamento, controle de acesso, monitoramento e documentação precisam ser compatíveis com o tipo de API escolhido. Quanto maior a exposição e a criticidade, maior a necessidade de controles formais.

 

O tamanho e a maturidade do time também influenciam. Alguns tipos de API exigem maior disciplina operacional, ferramentas específicas e experiência prévia. Ignorar esse fator costuma gerar soluções difíceis de sustentar.

 

Um mini-framework de decisão

Para orientar a escolha, algumas relações práticas ajudam a reduzir ambiguidade:

  • Se a integração exige simplicidade, ampla compatibilidade e baixo custo inicial, tende a funcionar melhor com APIs REST baseadas em HTTP e JSON.
  • Se o consumo demanda flexibilidade de dados no frontend, com múltiplas variações de payload, GraphQL tende a ser mais adequado, desde que haja controle de complexidade.
  • Se a comunicação ocorre entre serviços internos, com alto volume e necessidade de eficiência, gRPC aparece como opção mais consistente.
  • Se o objetivo é reduzir acoplamento temporal e absorver picos de carga, padrões assíncronos e comunicação orientada a eventos são mais indicados.
  • Se dados precisam fluir continuamente para análise ou monitoramento, streaming se torna o modelo mais apropriado.

 

Esse tipo de análise reduz escolhas baseadas em preferência ou tendência, aproximando a definição da realidade operacional.

 

Erros comuns ao definir tipos de API em projetos de integração

 

Alguns problemas aparecem de forma recorrente em projetos de integração. Eles raramente impedem a entrega inicial, mas comprometem a sustentabilidade da arquitetura ao longo do tempo.

 

Um erro frequente é escolher o tipo de API pela tendência do momento. A tecnologia parece adequada no início, mas não conversa com o contexto operacional, com o volume real de uso ou com a maturidade do time. O resultado costuma ser retrabalho, ajustes constantes e aumento de complexidade sem ganho proporcional.

 

Outro ponto crítico é não tratar versionamento desde o início. APIs começam simples, evoluem rapidamente e passam a atender múltiplos consumidores. Sem regras claras de versão, pequenas mudanças quebram integrações existentes, geram dependências invisíveis e exigem coordenação constante entre times.

 

A ausência de observabilidade também cobra seu preço. Quando não há métricas, logs e rastreamento distribuído, falhas passam a ser percebidas apenas pelo impacto no negócio. Identificar a origem do problema se torna lento, especialmente em arquiteturas com múltiplas integrações encadeadas.

 

Tratar segurança como etapa final é outro erro recorrente. Autenticação, autorização e controle de tráfego precisam fazer parte do desenho da API. Ajustes tardios tendem a gerar soluções improvisadas, inconsistentes e difíceis de manter.

 

Por fim, há o problema da API sem contrato. Endpoints funcionam, mas não há definição clara de responsabilidades, formatos, limites ou expectativas de uso. Esse cenário cria dependências implícitas, dificulta evolução e transforma qualquer mudança em risco operacional.

 

Esses erros não estão ligados à tecnologia escolhida, mas à ausência de decisões estruturais. Evitá-los exige tratar APIs como parte da arquitetura, não como atalhos de integração.

 

A visão da OSBR em integração e modernização com APIs

 

Para nós, APIs não são pontos isolados de exposição de dados. Elas fazem parte de um modelo de integração que organiza a comunicação entre sistemas, sustenta a evolução da arquitetura e reduz dependências diretas entre times e tecnologias.

 

Essa visão parte do entendimento de que integração não se resolve apenas com endpoints funcionando. É necessário definir fronteiras claras, contratos consistentes e mecanismos que permitam controle, visibilidade e adaptação ao longo do tempo. Sem isso, APIs se multiplicam sem coordenação e passam a gerar acoplamento difícil de desfazer.

 

Gateways, catálogos e padrões cumprem um papel estrutural nesse contexto. Eles permitem centralizar políticas de acesso, versionamento e monitoramento, além de facilitar descoberta e reutilização. Governança, nesse modelo, não é burocracia adicional. Ela funciona como forma de reduzir risco operacional e garantir previsibilidade à medida que o ecossistema cresce.

 

Outro ponto central é a modernização progressiva. Ambientes corporativos raramente permitem substituições completas de sistemas legados. A OSBR trabalha com cenários de convivência, nos quais APIs atuam como camadas de desacoplamento, permitindo evolução gradual sem interrupção de operações críticas.

 

Essa abordagem também impacta a organização dos squads. Padronização mínima de contratos, práticas e ferramentas cria autonomia sem perder coerência arquitetural. Squads conseguem evoluir de forma independente, enquanto a plataforma mantém consistência, observabilidade e controle.

 

O resultado desse modelo é uma integração que suporta crescimento, mudança e pressão de uso real, sem depender de reescritas frequentes ou decisões emergenciais a cada nova demanda.

 

FAQ — dúvidas frequentes sobre tipos de API

 

REST ou GraphQL?

A escolha depende do perfil de consumo. REST funciona bem quando há previsibilidade de recursos, múltiplos consumidores e necessidade de simplicidade operacional. GraphQL atende melhor cenários em que o frontend precisa variar payloads com frequência, desde que exista controle sobre complexidade, uso e desempenho.

 

gRPC substitui REST?

Não. gRPC costuma complementar REST. Ele se encaixa melhor em comunicação entre serviços internos, com alto volume de chamadas e exigência de eficiência. REST segue adequado para APIs expostas externamente, onde compatibilidade e facilidade de consumo são relevantes.

Webhook é API?

Webhook é um padrão de comunicação orientado a eventos. Ele não substitui APIs tradicionais, mas resolve melhor cenários em que o consumidor precisa reagir a mudanças de estado sem consultar continuamente o sistema produtor.

 

Quando ainda faz sentido SOAP?

SOAP aparece em ambientes com legado crítico, contratos formais e exigências regulatórias específicas. Nesses casos, o desafio está em isolar esse tipo de integração para que não limite a evolução da arquitetura como um todo.

 

Como versionar APIs sem quebrar consumidores?

Versionamento exige contratos claros, previsibilidade e comunicação antecipada. Mudanças incompatíveis precisam ser isoladas em novas versões, mantendo as anteriores ativas por um período controlado. Esse processo depende mais de governança do que de tecnologia.

 

Conclusão

 

Escolher entre os tipos de API é definir como sistemas vão se integrar, evoluir e operar sob pressão real de uso. Essa decisão afeta desempenho, governança, autonomia dos times e capacidade de mudança ao longo do tempo.

 

Tratar o tipo de API como detalhe técnico tende a gerar acoplamento, retrabalho e complexidade acumulada. Encarar essa escolha como decisão de arquitetura e operação cria bases mais previsíveis para integração e modernização.

 

Se a sua organização enfrenta desafios de integração, evolução de sistemas ou padronização de APIs, a OSBR apoia diagnósticos e assessments técnicos para estruturar modelos de API alinhados à realidade operacional e à capacidade de crescimento do ambiente.

 

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*Martha Marques Nogueira é jornalista e criadora de conteúdo há 20 anos. Na OSBR, escreve sobre tecnologia, inovação e as transformações que movem empresas todos os dias.

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